6 de fevereiro de 2013

De frente para o abismo

De frente para o abismo

E mais uma vez,eu me doo por dentro para fazer você sorrir. Mas amor,amor não é isso. Ou,pelo menos,não devia ser. É como ter que renunciar sempre,e de novo,sempre. Dói,e,diante de tanta incompreensão  e inconsciência,explicar-se torna-se algo desnecessário. Se ao menos existissem motivos válidos,eu entenderia. Mas não,pior que o próprio fato,são as ramificações dele.   O seu descaso e sua desatenção me doem demais.  Não viu ou finge que não vê? É,definitivamente,em certas situações,você me olha,mas não me lê.Será que ao menos,uma única vez,colocou-se no meu lugar? Tenta. É amrgro,não é? E,chega até ser enlouquecedor o fato de,ainda sentir-se mal por estar "Cortando as asas" do outro. Pior mesmo é não fazê-lo e doer dobrado. É como estou me sentindo agora. Um alguém que,por não impedir-te,priva-se de dar um último sorriso antes de adormecer. Não,hoje não tem festa dentro de mim. Meu sorriso está contido,ferido. Eu só queria que,ao menos uma vez,você não me colocasse' de frente para um abismo". Porque eu juro,da próxima vez,eu pulo.








4 de fevereiro de 2013


Inevitável

E aí,não mais que tardio,vem à tona um vazio que me consome. E nada,absolutamnete nada o preenche. Angústia,um silêncio que grita mais que a  minha própria voz.. Um nó,Um aperto. E a vontade de ter um abraço apertado,daqueles que chega sufocam. Chorar,então,é inevitável. 

17 de dezembro de 2012

Parece que foi ontem


"Parece que foi ontem". Quantas vezes cada um de nós já pronunciamos essa frase,ao lembrarmos do nosso inesquecível terceiro ano? É,parece sim. E,de alguma forma,foi "ontem ". 16 de Dezembro de 2012,(ontem),completamos um ano do dia em que,inevitavelmente,demos adeus uns aos outros. Deixamos para trás não apenas o colégio e os muros que o cercavam. Mais que isso,abandonamos também as incontáveis t
ardes que,a partir daquele dia,jamais teríamos de volta. Ficamos órfãos.Incontestavelmente,órfãos. De nós mesmos e de tudo que tivemos que deixar de lado,porque não cabia mais "seguirmos juntos.". Ah,e como doía saber que,cedo ou tarde,soltaríamos as mãos e seria "cada um por si". E essa hora chegou. E aí já não havia mais o "ainda dá tempo". Não deu tempo. E,muito provavelmente,nunca daria. O que ficou por ser dito,a nítida impressão de que passou rápido demais. Passou,e passaria mesmo que ainda tivéssemos mais um ou dois anos. Encerrar ciclos não é fácil e com a gente não seria diferente. Mas,imortalizamos um que irá renovar-se sempre: o da nossa amizade. É por isso que hoje,lembro-me desses momentos muitas vezes com lágrimas nos olhos,mas com um "sorriso aberto" no coração,por tê-los encontrado e poder chamar vocês de amigos. Meus eternos amigos.

"E eu poderia suportar, embora não sem dor,
que tivessem morrido todos os meus amores,
mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos ."
(Texto dedicado aos meus amigos do terceiro ano,para que saibam o quanto foi válido estar com eles e aprender junto com os mesmos,não só as lições escolares,mas também(e até,sobretudo),as lições para a vida.)
 

13 de maio de 2012

Uma verdade estampada

A verdade é que,no fundo,bem lá no fundo,a gente sabe todas as respostas. No amor,é bem assim. Você sabe,mas,a necessidade de "tirar a dúvida",é maior que o medo de parecer patético.

1 de maio de 2012

Fora do eixo

Estou em  desconcerto emocional do qual não sei quando sairei. Acho que essas três senhoras :-Felicidade,auto-estima e motivação-andam chateadas comigo. Sabe quando você se sente a última pessoa que alguém deseja ter por perto,nem que seja pelo simples motivo de ter a compainha? Eu sinto que,por motivos dos quais desconheço,tenho sido esta pessoa.
E dói. Querer se sentir muito importante para(pelo menos )alguém,é algo que fere,machuca,tortura... E eu,uma bobona sentimentalista,choro. Quer ato mais aparentemente covarde e frágil que este? Entretanto,embora covarde e fraco,foi o caminho mais fácil que encontrei para "vomitar"-(Sim,porque não há nenhum tipo de  maquiagem no ato de colocar para fora o que te faz mal.) essa" comida estragada "que comi sem querer.

28 de abril de 2012

Restos de uma história

Olho em volta e vejo tudo acontecendo-de novo-. De toda a minha verdade,eu não sabia o que queria quando resolvi me doar nisso.Mas eu sabia o que eu não queria.Eu não queria ver tudo isso de novo-na verdade,não foi igual,nada é igual. Doeu mais. E ainda dói. - Minhas razões de não querer começar ,agora me parecem tão pequenas-posto que,me fez tão bem ter arriscado,embora eu já imaginasse quepoderia parar aqui.Eu e meus escombros. Não me dói ter saido dessa forma. Dói ter feito você sair assim. Eu não queria estar escrevendo isso-ninguém quer escrever assim-. O certo é: Não existe preparação para nada disto. Eu evitei o envolvimento(Eu evitei? Não. Ninguém evita.)Parece covarde admitir que houve uma tendência-uma forte tendência- a tentar ao máximo olhar tudo isso de fora. Quanto menos aproximação,mais chances de sair ilesa. Bobagem.Parece que algo muito mais forte te puxa para dentro,e aí...Bem,aí já não tem mais jeito. Meu império está totalmente fragmentado,e a culpa disso foi minha. Uma frustrante mania de deixar as coisas fora do lugar.




-Escrito em maio de 2011,mas só achado agora. De um passado que merecia um lugar nas memórias do blog =)

24 de junho de 2011

Mal entendido.


Não. Não é justa e nem aceitável a ideia de "estagnar" novamente.
Eu preciso mesmo colocar para fora toda a explicação que lateja aqui dentro. Incomoda muito ficar com isso preso. Essa explicação vai ser dada,sim. Algo que está dando certo,não pode se perder em "vácuos",palavras não ditas e entendimentos errôneos. Sinto informar,mas não sossego enquanto não resolver o que devo. Me entristece e me aboorrece tentar fazer algo certo,e não ser compreendida.Não vou permitir a mim,e nem a você,pararmos aqui.Não aqui.
Minha foto
Definitivamente não me venha com meio-termos. Não suportaria conviver com a idéia de viver "em cima do muro". Tudo que vem pela metade não me interessa. Se vem para mim que venha inteiro,caso contrário,melhor esquecer. Não sei sonhar pela metade e nem pensar em realizar sonhos pela metade. Dói na espinha pensar no "talvez". Ah não,não sei lidar com o talvez. Ou é,ou não é. "Talvez" é algo muito vago,e prefiro as respostas válidas. Pois bem,não quero nem talvez,nem depois.Também não sei conviver com os finais e tenho tendência a não gostar das mudanças drásticas.Que tudo venha. E que volte-se meu não for-. Mas que venha inteiro,que venha meu-e só meu. E que dure eternamente-ainda que o eterno seja apenas um segundo- e não deixe que o mistério seja descoberto logo.Não traga aviso prévio e nem prazo de validade. Só venha.E quanto ao resto...Bem, acho que o melhor de tudo é não saber como a história termina.Tudo,em aberto..