17 de dezembro de 2012

Parece que foi ontem


"Parece que foi ontem". Quantas vezes cada um de nós já pronunciamos essa frase,ao lembrarmos do nosso inesquecível terceiro ano? É,parece sim. E,de alguma forma,foi "ontem ". 16 de Dezembro de 2012,(ontem),completamos um ano do dia em que,inevitavelmente,demos adeus uns aos outros. Deixamos para trás não apenas o colégio e os muros que o cercavam. Mais que isso,abandonamos também as incontáveis t
ardes que,a partir daquele dia,jamais teríamos de volta. Ficamos órfãos.Incontestavelmente,órfãos. De nós mesmos e de tudo que tivemos que deixar de lado,porque não cabia mais "seguirmos juntos.". Ah,e como doía saber que,cedo ou tarde,soltaríamos as mãos e seria "cada um por si". E essa hora chegou. E aí já não havia mais o "ainda dá tempo". Não deu tempo. E,muito provavelmente,nunca daria. O que ficou por ser dito,a nítida impressão de que passou rápido demais. Passou,e passaria mesmo que ainda tivéssemos mais um ou dois anos. Encerrar ciclos não é fácil e com a gente não seria diferente. Mas,imortalizamos um que irá renovar-se sempre: o da nossa amizade. É por isso que hoje,lembro-me desses momentos muitas vezes com lágrimas nos olhos,mas com um "sorriso aberto" no coração,por tê-los encontrado e poder chamar vocês de amigos. Meus eternos amigos.

"E eu poderia suportar, embora não sem dor,
que tivessem morrido todos os meus amores,
mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos ."
(Texto dedicado aos meus amigos do terceiro ano,para que saibam o quanto foi válido estar com eles e aprender junto com os mesmos,não só as lições escolares,mas também(e até,sobretudo),as lições para a vida.)
 

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Definitivamente não me venha com meio-termos. Não suportaria conviver com a idéia de viver "em cima do muro". Tudo que vem pela metade não me interessa. Se vem para mim que venha inteiro,caso contrário,melhor esquecer. Não sei sonhar pela metade e nem pensar em realizar sonhos pela metade. Dói na espinha pensar no "talvez". Ah não,não sei lidar com o talvez. Ou é,ou não é. "Talvez" é algo muito vago,e prefiro as respostas válidas. Pois bem,não quero nem talvez,nem depois.Também não sei conviver com os finais e tenho tendência a não gostar das mudanças drásticas.Que tudo venha. E que volte-se meu não for-. Mas que venha inteiro,que venha meu-e só meu. E que dure eternamente-ainda que o eterno seja apenas um segundo- e não deixe que o mistério seja descoberto logo.Não traga aviso prévio e nem prazo de validade. Só venha.E quanto ao resto...Bem, acho que o melhor de tudo é não saber como a história termina.Tudo,em aberto..