19 de maio de 2011
Completa contradição
Sabe,eu pensei que isso nunca iria passar. Eu jurei mil vezes que era bem feito tudo o que está acontecendo.Projetei uma dor que nunca iria cessar. Que grande bobagem! Eu não me permito sofrer tanto. Acho que é um ato auto-destutivo tornar isso tão intenso. E como disse: Está passando. Eu quis sim,que de alguma forma,isso tudo fosse minimizado,que não doesse tanto nem em mim, nem em você.Mas não foi assim. Fez tanto estrago que- comparar a um terremoto que vem destruindo tudo e deixando marcas-,não é exagero. Tem uma parte de mim que quer muito continuar apostando que ainda pode dar certo.(E deixo claro que,até hoje,essa parte tinha 100% de mim).Nesse exato momento,acho que essa porcentagem diminuiu para 100%. Vai entender...
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- Uli M.
- Definitivamente não me venha com meio-termos. Não suportaria conviver com a idéia de viver "em cima do muro". Tudo que vem pela metade não me interessa. Se vem para mim que venha inteiro,caso contrário,melhor esquecer. Não sei sonhar pela metade e nem pensar em realizar sonhos pela metade. Dói na espinha pensar no "talvez". Ah não,não sei lidar com o talvez. Ou é,ou não é. "Talvez" é algo muito vago,e prefiro as respostas válidas. Pois bem,não quero nem talvez,nem depois.Também não sei conviver com os finais e tenho tendência a não gostar das mudanças drásticas.Que tudo venha. E que volte-se meu não for-. Mas que venha inteiro,que venha meu-e só meu. E que dure eternamente-ainda que o eterno seja apenas um segundo- e não deixe que o mistério seja descoberto logo.Não traga aviso prévio e nem prazo de validade. Só venha.E quanto ao resto...Bem, acho que o melhor de tudo é não saber como a história termina.Tudo,em aberto..

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